(DPOC, asma, pós-COVID).
(joelho, quadril, coluna).
“Recupere o fôlego e evite novas internações.”
“Autonomia e esperança na recuperação neurológica.”
“Menos dor, mais movimento.”
Idosos com dificuldade de mobilidade, pacientes em recuperação após AVC, cirurgias, fraturas, doenças respiratórias (como DPOC e COVID-19) e idosos acamados que precisam de prevenção de escaras e rigidez.
Geriátrico/Funcional: prevenção de quedas, fortalecimento muscular e manutenção da autonomia.
Cardiorrespiratório: reabilitação pós-COVID, doenças pulmonares e cirurgias cardíacas.
Neurológico: recuperação após AVC, Parkinson e Alzheimer.
Ortopédico/Dores: tratamento de dores crônicas e reabilitação pós-fraturas ou próteses.
Um fisioterapeuta especialista vai até a residência, realiza uma avaliação completa da condição clínica, identifica as necessidades do idoso e sugere um plano de tratamento personalizado.
Depende do caso. Em geral, indicamos de 2 a 3 sessões por semana para resultados consistentes, podendo variar conforme o objetivo (reabilitação intensiva ou manutenção funcional).
Cada paciente responde de forma diferente, mas muitos familiares percebem melhora já nas primeiras semanas, seja em força, equilíbrio, respiração ou alívio da dor.
Não. A maioria dos exercícios utiliza materiais simples (faixas elásticas, bolas, cadeiras, colchonetes). Se for necessário algum recurso extra, o fisioterapeuta orientará a família.
A principal diferença é a comodidade e segurança: o idoso não precisa se deslocar, evitando riscos de queda e exposição. Além disso, o atendimento é 100% personalizado dentro da rotina do paciente.
Sim. A fisioterapia é essencial para prevenir escaras, rigidez muscular, perda de movimento e complicações respiratórias. Mesmo acamados, os pacientes se beneficiam muito da mobilização.
Nossos profissionais têm abordagem humanizada e adaptada, buscando engajar o idoso de forma respeitosa. Além disso, a família é envolvida no processo para aumentar a adesão.
Atendemos em São Paulo (capital) e Santos.